sábado, 31 de julho de 2010

ANGE - Emile Jacotey







Este é um clássico ! Dispensa comentários. É baixar, ouvir e delirar. Boa Viagem !

EMILE JACOTEY é o quarto álbum do Grupo de rock Progressivo Francês ANGE, lançado em 1975

Songs

1. Bêle, Bêle petite chèvre (3:50)
2. Sur la trace des Fées (4:48)
3. Le nain de Stanislas (5:45)
4. Jour apres Jour (3:09)
5. Ode à Emile (3:03)
6. a) Ego et Deus (4:07)
7. b) J'irai dormir plus loin que ton sommeil (4:11)
8. c) Aurélia (2:54)
9. d) Les Noces (6:28)
10. Le Marchand des Planètes (4:17)

Musicians

- Guenole Biger / guitar, percussion, drums, guitar (electric), marimba, vibraphone
- Jean Michel Brezovar / guitar, vocals
- Christian Decamps / percussion, keyboards, vocals
- Francis Decamps / organ, synthesizer, piano, keyboards, vocals
- Daniel Haas / guitar (acoustic), bass, guitar
- Gerald Jelsch / drums

Ode A Emile

De regarder passer les lunes,
Tu sais parler de nos aïeux
Comme s'ils n'avaient jamais été vieux

La cheminée s'étonne encore,
La charrue ne s'essouffle plus,
Tu ressembles à ces chercheurs d'or
Qui auraient un secret de plus

Ta bouche est sucrée de légendes
Que l'on déguste comme un festin,
Un festin qui n'est pas à vendre
Mais qui se donne comme un matin

Et quand l'hiver trompe l'automne
Se prenant pour un faux printemps,
Tu nous parles d'une anémone
Poussée au cœur de tes vingt ans

Au marécage de ton passé
J'irai offrir mes pieds honteux,
J'aurai enlevé de tes années,
Celles qui feront de moi un vieux

Puisse cette ode rester à Emile,
Au plus vieux maréchal-ferrant,
Puisse cette ode rester à Emile,
Au petit vieux de tous les temps

Quand la machine ne tourne plus,
Que l'heure de l'heure du glas approche,
On se chante un tout petit vin,
On se boit un dernier refrain

Et puis tranquille
On peut partir torcher le cul
Au firmament.


quinta-feira, 29 de julho de 2010

VICTOR - Victor



Victor é um álbum alemão de Opera Rock gravado em 1975 e é composto por oito faixas intensas, "Semi-Dark" e às vezes sinfônico que mostra a influência de alguns grupos britânicos de meados dos anos 70. O desenrolar do álbum é interessante, como pode ser visto a partir de sua música sinfônica, e os efeitos de som e curtas atmosferas sombrias e psicodélicas. O som do álbum como eu disse tem um monte de influências britânicas, a presença do estilo kraut é minimizado ao máximo. As músicas são bem executadas, mas voces podem sentir a falta de peso, o álbum é agradável, mas existem momentos em que a falta de peso o fazem perder força. Um álbum que promete muito, mas não consegue decolar em tudo. No entanto, a banda apresenta um bom desempenho pleno de experimentação e de complexidade que dá uma certa validade para o trabalho. Em suma, um álbum agradável, onde os elementos sinfônicos e ambiental conseguem marcar a presença do álbum.
Uma Observação importante:
Os longos trechos de música clássica são realizados pela
The Royal Philharmonic Orchestra Wiener Akademie Kammerchor, e a obra é composta e arranjada por Richard Schoenherz.

01.The Invitation
02.The Head Os the Circus Sings for his Beloved Audience
03.Who Is Victor
04.Victor's Song for Himself
05.Victor's Song for his Father
06.Where Is Victor
07.Victor's Dream
08.a. Victor's Song for the White Man / b.The Song of Life


Musicians
- Richard Schoenherz / keyboards, lead vocals
- Manuel Rigoni / drums, percussion
- Kurt Hauenstein / bass, lead vocal on "The Song of Life"
- Harry Stojka / guitars - Achimb buchstab / lead vocal on "Who Is Victor" and "Where Is Victor" ...


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STILL LIFE - Stil Life


Studio Album, released in 1971, London

Songs / Tracks Listing

Vinyl Track Sequence:
1. People In Black (8:20)
2. Don't Go (4:37)
3. October Witches (8:05)
4. Love Song No. 6 (I'll Never Love You Girl) (6:37)
5. Dreams (7:34)
6. Time (6:26)

Total Time: 41:39

Line-up / Musicians

- Martin Cure / vocal
- Graham Amos / bass
- Terry Howells / keyboards
- Alan Savage / drums

Atentendo um pedido especial.

Gosto muito desse álbum desde a primeira vez que ouvi . Eu posso definitivamente recomendar a todos os fans de "arte rock", especialmente para os aficcionados ao órgão Hammond.
Esta banda desconhecida gravou um álbum gostoso de se ouvir , com solos incríveis e melodias deliciosas. Pode ser usado como um exemplo de como se fazer música simples e boa com bons momentos que servem de exemplo para quem faz música hoje em dia .

Concluindo, esse é "um must see" para todos os fãs de rock progressivo, especialmente aqueles que admiram órgão Hammond com algum sabor psicodélico. Se gosta de grupos como The Nice, Aardvark, Bram Stoker, Beggar's Opera, Quatermass, Odin, Rare Bird, 2066 & Then, Ache e Frumpy, vai gostar também do Still Life.


domingo, 25 de julho de 2010

NATÜRLICH PROG - Programa N.º8


CAPA SINGLE


CAPA FULL

Programa que foi ao ar em 24/07 / 2010 pela RWULP

Locução Bloco 1
IQ - SUBTERRANEA - Partes I & II
1- Overture
2- Provider
3- Subterranea
4- Sleepless Incidental
5- Failsafe
6- Speak my Name
7- Tunnel Vision
8- Infernal Chorus
9- King of Fools
10- The Sense in Sanity
11- State of Mine

Locução Bloco 2
TWELFTH NIGHT - FACT & FICTION
12- We are SAne
13- Human Being
14- This City
15- Fact & Fiction
16- Creepshow

Locução Bloco 3
PALLAS - ARRIVE ALIVE
17- Arrive Alive
18- 5 to 4
19- The Ripper
Final

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

NEUSCHWANSTEIN - Alice in Wonderland



Neuschwanstein - "Alice in Wonderland" (Symphonic Prog)

Este disco é progressivo alemão do final dos anos setenta. Muito Instrumental com violão, flauta, cravo, e uma variedade de teclados todos juntos para montar um cenário extremamente rico e belo musicalmente, com alguns temas absolutamente lindos. A música é melódica, com arranjos detalhados e orquestração bastante interessante. O vocalista soa como Peter Gabriel . O som pode ser descrito como "ELOY do período de Planets" ou do "Moonmadness" do CAMEL , com uma pitada de Maquiavel. A reedição em CD de um real "must", o mítico disco de músicos desconhecidos e que na época era muito falado mas poucos tinham realmente escutado aqui em "Terras Brasilis".

01. Theme of Alice - The Flower Meadow - The White Rabbit (1:17)
02. The Gate to Wonderland (2:13)
03. Pond of Tears (2:45)
04. The conference of the Princess - Old Father's song - Duchess' Lullaby (8:31)
05. Five-O'Clock-Tea (6:49)
06. The Marching of the queen - Palace of Wonderland (12:04)
07. The Court of the animals (5:01)
08. Alice's Return (2:04)

- Thomas Neuroth (Keyboards)
- Klaus Mayer (Flute, Synthesizer)
- Roger Weiler (Guitars)
- Rainer Zimmer (Bass, Vocal)
- Hans-Peter Schwarz (Drums)


SYNKOPY & OLDRICH VESELÝ - Slunecni Hodiny



SYNKOPY, grupo fundado por Oldrïch Veselý na Tchecoslováquia comunista no final dos anos 60. Nessa época, o verdadeiro nome do grupo era SYNKOPY 61.
A sua música era uma espécie de progressivo influenciado pelo heavy rock do URIAH HEEP. Seu líder, Oldrich VESELÝ, deixou a banda logo depois para se juntar ao Modrý Efekt. Ele voltaria mais tarde para reformular a banda e adotar o nome de SYNKOPY. Na nova gestão do grupo , desta vez, francamente dedicado ao progressivo sinfônico, um segundo tecladista participa do grupo, Pavel Pokorny .
Este álbum é muito acessível para quem ainda não está acostumado ao som progressivo da Europa Oriental. As composições de VESELÝ são muito boas e as melodias com teclados são de arrepiar. Excelente trabalho.

Track List

1. Introdukce (2:54)
2. Hul V Slunecnich Hodinach (6:04)
3. Jsi Nadhrne Praveka (8:21)
4. Intermezzo (2:14)
5. Cerny Racek (7:41)
6. Klavesove Extempore (4:03)
7. Vodopad (3:39)
8. Toulka Je Obla (7:28)

Line Up

- Oldrich Veselyi / Keyboards, piano, Vocal
- Pavel Pokorny / Keyboards, Violin, Vocal
- Vratislav Lukas / guitars, keyboards, Cello, Vocal
- Emil Kopriva / Electric guitar, Vocal
- Petr Smeja / Electric guitar
- Jiri Rybar / Drums, Percussion, Keyboards, Vocal

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

DELIRIUM - Live




DELIRIUM LIVE

1.Opening (2:41)
2. Villaggio (5:53)
3. Movimento I: Egoismo (5:17)
4. Preludio: Paura (4:14)
5. Culto Disarmonico (5:40)
6. è L'Ora (5:39)
7. Dolce Acqua: Speranza (5:41)
8. Gioia, Disordine, Risentimento (6:17)
9. Medley Jethro Tull (incl. Bourée & Living In The Past) (7:20)
10. Notte A Bagdad (3:21)
11. Johnny Sayre: Il Perdono (5:05)
12. Jesahel (4:36)
13. With A Little Help From My Friends (8:18)
Line-up/Musicians


- Ettore Vigo / piano, keyboards, Hammond Organ, voice
- Martin Grice / flute, saxes, keyboards, voice
- Pino Di Santo / drums, percussions, voice
- Roberto Solinas / voice, electric and acoustic guitars
- Fabio Chighini / bass, voice

Não é preciso fazer comentário algum sobre esse disco. Ettore Vigo e seus camaradas são como vinho. A medida que o tempo passa eles ganham mais força, paladar,harmonia e emoção . Sensacional !

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ISILDURS BANE - Sea Reflections / Eight Moments of Eternity



Sea Reflections
1. Blizzard (5:10)
2. Batseba (4:10)
3. Sea Reflections Part I (5:34)
4. Sea Reflections Part II (6:25)
5. Poseidon (4:02)
6. Bilbo (3:45)
7. Top secret-UFO (5:05)
8. The Story Of Chester and Sylvester (4:25)

Eight Moments of Eternity
9. Lady in Green (3:55)
10. The Factory Man (4:44)
11. Ben-Oni (5:12)
12. The Second Step (3:00)
13. Happy Hip Hop (5:12)
14. In the Same Class (4:16)
15. Gheel (5:50)
16. Above the Roofs (3:18)

Total Time: 75:13


Search ISILDURS BANE Sea Reflections / Eight Moments of Eternity tabs
Line-up / Musicians

- Christian Jerhov / trombone
- Bengt Johansson / sax
- Mats Johansson / keyboards
- Stigge Ljunglof / bass on "Sea Reflections"
- Jan-Ove Nilsson / trumpet, Flugel horn
- Jan Sverinsson / keyboards, mallets
- Kjell Severinsson / drums, percussion
- Frederic Janacek / bass on "Eight Moments"
- Hallads enemblen on "Eight Moments"

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sábado, 17 de julho de 2010

VON ZAMLA - Live 1983





Este álbum contém gravações dos dois concertos na Alemanha durante o Tour Europeu do Von Zamla na primavera de 1983, apresentando canções dos álbuns “Zamlaranamma” and “No Make Up!” além de algumas canções inéditas.
O som é do tipo R.I.O ( Rock in Oppposition), mas também apresenta um pouco de jazz-cigano. Nesse disco, o Belga Michel Berckmans ( do Univers Zero) se apresenta junto com a banda.
A música é nervosa, com movimentos agitados e belas mudanças de fraseado e tempos, e adornada de delicados detalhes e humor. O grupo parece que absorve influências de vários tipos de músicas e cospe tudo a sua maneira usando suas idéias e burlando todas as convenções da música formalmente apresentada.
A maioria das músicas aqui é instrumental e oferece muito da verdadeira forma da música progressiva.
O destaque do disco, na minha opinião, é a impressionante "Temporal You Are", com um teclado que me lembra o Pink Floyd em "Shine on you crazy Diamond" . Muito legal !

Line-up:
- Eino Haapala / guitar
- Lars Hollmer / piano, organ, korg, accordion
- Hans Loelv / piano, organ, korg, melodica
- Michel Berckmans / bassoon, oboe
- Wolfgang Salomon / bass
- Marten Tiselius / drums

Track List:
01. Ten Tango – 7:23
02. Forgeetyde – 4:23
03. Harujanta – 7:56
04. Temporal You Are – 5:59
05. Antsong – 5:34
06. Fur Munju – 4:46
07. Glassmusic – 1:00
08. Rainbox – 3:11
09. Doppler – 7:57
10. Akarondo – 2:48
11. Dancing Madras – 0:30
12. Clandestine – 6:59
13. Odet (Bonus Track) – 5:42

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VON ZAMLA - Zamlanaramma 1982




Von Zamla – Zamlaranamma (1982)

Von Zamla (traduzindo Filho de Zamla) é uma evolução do Samla e Zamla Mamma Manna. É, também, a continuidade da sua obra musical anterior . Von Zamla tem Haapala e Hollmer da encarnação anterior da banda, com a adição de dois outros músicos da banda de Albert Marcoeur.

A aposta principal é no som multicolor de motivos melódicos, tratamentos extravagante, fortemente confiando em progressões de acordes dissonantes e muito recorrentemente sustentado em contrapontos . A música é profundamente desafiadora, embora não sendo particularmente agressiva - suas composições e estilo suportam a herança do Zamla Mannas Manna (ZMM), mas com uma atitude de pouco peso, mais para a interação entre todos os músicos. A ausência de um baterista, ou mais precisamente, uma secção especializada de percussão, permite que os músicos se concentrem com mais entusiasmo sobre a fusão de teclados, guitarras e instrumentos de sopro, embora a base rítmica ainda desempenhe um papel contínuo na ordenação da fusão dos sons . A forte posição do acordeão ajuda a banda na elaboração de uma profundidade de "folk-base" dentro dos limites da visão de conjunto da banda.

As duas últimas canções "Antsong" e "Rabo de Antsong, são um verdadeiro "brainstorming", genuíno de cores atonais.

Esse disco é para quem realmente aprecia música e não é de fácil digestão ! Mas, é uma boa pedida !

Line-up:
- Eino Haapala / guitar, bass, cello, mandoline, percussion, vocals
- Lars Hollmer / keyboards, accordion, percussion, glockenspiel, lead vocals
- Denis Brely / bassoon, oboe, voice, baryton sax, Soprano flute
- Jan Garret / bass, bass pedals, guitar, percussion, vocals

Track List:
01. Harujanta – 7:51
02. Rainbox – 3:15
03. Doppler – 4:34
04. Clandestine – 5:46
05. Temporal You Are – 4:34
06. Original 13 11 – 4:49
07. Ten Tango – 5:44
08. Antsong – 5:12
09. Tail Of Antsong – 2:04

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ZAMLA MAMMAZ MANNA - Family Cracks 1980

Zamla Mammaz Zanna – Family Cracks (1980)


Familjesprickor (Family Cracks) foi o último álbum gravado por essa encarnação da banda. O baterista original, Hans Bruniusson, deixou o grupo no início de 1980 e foi substituído por Vilgot Hansson , para os shows na França e Bélgica.
Nas notas de rodapé, o grupo declara que Familjesprickor foi gravado durante um período de transição, e a música é portanto não "tão otimista e alegre" como nos discos anteriores do Zamla/Samla. Assim sendo, este álbum é mais sombrio e agressivo do que qualquer outro álbum da antiga formação.

Line-up:
- Lars Hollmer / keyboards, accordion, song
- Eino Haapala / guitar, song
- Lars Krantz / bass, song
- Vilgot Hansson / drums, percussion
- Hans Bruniusson / drums, percussion (8)

Track List:
01. Five Single Combats – 5:54
02. Ventilation Calculation – 5:06
03. The Forge – 5:11
04. The Thrall – 5:08
05. The Panting Short Story – 3:53
06. Pappa (With Right Of Veto) – 4:29
07. The Farmhand – 7:36
08. Kernel In Short And Long Castling – 5:48

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

SAMLA MAMMAS MANNA – Klossa Knapitatet (1974)




Como poderia o Samla Mammas Manna melhorar o seu trabalho após o surpreendente Maltid ? Bem, eles certamente tentarm muito duplicar o sucesso sem fazer uma cópia de suas obras anteriores ou reproduzir exatamente a receita mas conseguiram nos trazer algo quase tão saborosos como "Maltid". "Klossa Knapitatet" é um excelente álbum, que foi gravado no ano seguinte com uma inalterada line-up e foi concebida uma outra obra de arte freak ,estranha, mais uma vez sem nenhuma relação óbvia com a música, mesmo com a tradução das faixas título .

Ficando mais ou menos no mesmo domínio musical de Maltid, Klosa Knapitatet realmente vai ousar um pouco mais no jazz (ou jazz-rock, como no magnífico e longo "Liten Dialektik"), ou no burlesco (o yodelling de Kaninhal) ou mesmo na dissonantes e absurda ("influências") ou no folk festivo e música de circo ("Mousemilkingmachine") e, por vezes com desvios Crimsonianos ("Influences" novamente). A estatura Zappa é, provavelmente, menos presente aqui do que em "Maltid", embora, e enquanto os vocais permanecem estranhos, também podemos dizer que eles são menos Focus, também. Por outro lado, a banda nos brinda com alguns sons de acordeão com um músico convidado na faixa-título, enquanto o fechamento "Ramlosa Kvallar" é bem apropriada para tal álbum de um louco, como Crimson tocando Moonshine ou Providence e depois retornar para uma polka.... brilhante !!

Line-up:
- Coste Apetrea / acoustic & electric guitars, backing vocals
- Hasse Bruniusson / drums, backing vocals
- Lasse Hollmer / piano, accordion, yodelling, vocals
- Lasse Krants / bass, backing vocals
- Brynn Settels / accordion (8)

Track List:
01. Ingenting (Nothing) – 2:10
02. Liten Dialektik (Small Dialectics) – 10:08
03. Sucken (The Sigh) – 1:14
04. Langt Ner I Ett Kaninhal (Way Down A Rabbithole) – 4:15
05. Kom Lite Narmare (Come A Little Closer) – 1:29
06. Musmjolkningsmaskinen (The Mousemilkingmachine) – 6:36
07. Influenser (Influences) – 7:00
08. Klossa Knapitatet – 1:22
09. Ramlosa Kvallar (Framless Nights) – 5:25

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SAMLA MAMMAS MANNA - Maltid




Samla Mammas Manna – Maltid (1973).

Iniciamos aqui a série Samla Mammas Manna, Zamla Mammaz Zanna e Von Zamla.
(Não vou postar a série completa, somente os que reputo de valor.)


Tres anos após lançar o seu álbum debut, o SAMLA MAMMAS MANNA (SMM) perdeu o seu percussionista "Oberg", mas, ganhou o guitarrista "Coaste Apetrea" e isso não alterou muito a direção do grupo, mesmo que obviamente tenha havido alguma mudança na sonoridade do grupo.
Diferente do album anterior, "Maltid" foi gravado num estúdio profissional durante o outono de 1973 e recebeu uma capa com uma estranha gravura de um "Piquinic da Terceira Idade".

Começando com sons muito entranhos, o Quarteto ataca o seu segundo opus com quase 11 minutos "Dundrets Frojder", uma faixa em constante evolução com algumas loucas percussões , vocais estranhos e uma musicalidade global incrível e um domínio a la Zappa e humor, mas você vai perceber que o SMM tem seu próprio som, distinto e usando muito do folclore Sueco . Não há como você confundir com Zappa, é muito bem inspirada, mas nunca copiados, já que o SMM dá prioridade aos instrumentos, em oposição a Zappa, que muitas vezes é demasiado prolixo no seu esquema musical. Os vocais so SMM são muitas vezes estranhos, mas na verdade mais próximos ao seu foco.

Mais a frente temos algumas faixas realmente soberbas como "Oforutsed Folossning", a um pouco mais experimental e dissonante "Aterupplivate Laten", o burlesco e prolixo "Svackorpoangen" e Minaretten um som ligeiramente étnico (com uma incrível bateria), etc. O humor sempre permanece positivo, Bem humorado, alegre, festivo. Maltid é realmente bastante acessível apesar de sua complexidade.

Este álbum vem com três faixas bônus, duas delas desta mesma sessão de 1973, e "Circus Apparatha" das sessões de galinheiro e do álbum de estréia. Uma das faixas "Minaretten II" é absolutamente maluca vocalmente falando e pode introduzir uma certa rejeição a primeira audição, mas consegue se misturar com suficiente eficiencia no corpo do álbum.

O Disco é muito bom ! Embora, para alguns necessite uma segunda audição até digeri-lo completamente.

Line-up:
- Coste Apetrea / guitars, vocals (1-10, 12)
- Hasse Bruniusson / drums, percussion, backing vocals, glass
- Lasse Hollmer / acoustic & electric pianos, vocals
- Lasse Krants / bass, vocals
- Henrik Oberg / congas (11)

Track List:
01. Dundrets Frojder – 10:46
02. Oforutsedd Forlossning – 3:13
03. Den aterupplivade Laten – 5:59
04. Folkvisa I Morse – 2:09
05. Syster System – 2:29
06. Tarningen – 3:37
07. Svackorpoangen – 3:14
08. Minareten – 8:21
09. Vaerelseds Tilbud – 2:28
10. Minareten II (Bonus) – 4:41
11. Circus Apparatha (Bonus) – 6:05
12. Probably The Probably (Bonus) – 3:55

terça-feira, 13 de julho de 2010

WIGWAM - Tombstone Valentine






Para terminar a série "Wigwam", Tombstone Valentine em alta qualidade (Vamos ver como será a aceitação de arquivos Lossless - Flac)

No início dos anos 90, Pembroke, Rechardt e Groundstroem surpreenderam muitos com o retorno do Wigwam na sua terceira edição, mas esta é uma outra história a ser contada...
(In the nineties Pembroke, Rechardt and Groundstroem surprised many by coming back with a third edition of Wigwam, but that's a whole new story, to be continued... )

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

BAKERY - Momento 1971 (Aussie Prog)




Realizado em 1971 na Austrália, pelo selo LABOR, esse grupo, formado na cidade de Perth em 1970 faz um rock progressivo com pegadas jazísticas e um pouco psicodélicas também. Muito groovy e fazem uma espécie de jam sessions. Vale a pena checar se você tem interesse em grupos obscuros de prog-rock.

John Worrall (vocals, flute)
Tom Davidson (vocals)
Eddie McDonald (bass)
Rex Bullen (keyboards)
Hank Davis (drums)

1 Holocaust 9:24
2 Pete for Jennie 1:30
3 Living With a Memory 8:52
4 S.S. Bounce 4:19
5 The Gift 7:59
6 When I'm Feeling 2:19
7 Faith to Sing a Song 7:25

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terça-feira, 6 de julho de 2010

GOTIC - Escenes





A primeira coisa que achei , quando ouvi o nome GOTIC em um grupo Espanhol foi que ouviria uma expressão meio dark do Flamenco, provavelmente alguma coisa voltada ao período Medieval, alguma coisa ligada com a Inquisição Espanhola. Mas, foi somente impressão. O som do GOTIC é uma música leve, otimista e de alta qualidade que nos leva a uma combinação do som quente e relaxante do CAMEL com os primeiros discos do PFM e usando como liga os sons étnicos espanhóis da Cataluña.

A banda foi formada no final dos anos 70 pelo famoso Rafael Escote no baixo, Jep Nuix (Flauta e Flautim), Jordi Vilaprinyo (Teclados) e Jordi Marti nos tambores e percussão.

As influências principais do seu único álbum, Escenes, lançado em 1978 são o Camel e PFM, mas existe outra influência, fácil de se identificar, o Prog do Gentle Giant e um estilo de fusion que me remete aos teclados do Chick Corea no "Return to Forever".

A melhor música do álbum é o épico de 10 minutos "Historia d'una Gota d'Aigua" (a História de uma Gôta d'Água) com uma mudança dramática entre a descontração da introdução e a seção final de tirar o fôlego.

Infelizmente eles não tiveram a chance de evoluir, porque o álbum de debut foi mais do que promissor . Mas, como uma consolação Rafael Escote tem uma carreira muito prolífica como membro do grupo de fusion Pegasus onde ele atua como solista.