quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

PANDORA - Mesures of Time , 1974

O Pandora foi fundado em 1971 na cidade de Norrkoping, Suécia pelo baterista Bertil Jonsson e pelo guitarrista Urban Gotling. Mais tarde se juntaram a eles o cantor Peter Hjelm e a tecladista Janne "Flojda" Dockner. Logo, Gotling foi substituído por Ake Rolf (ex-H2O) e Leif Hellqvist.  Com essa formação gravaram "Mesures of Time" em 1974.  Em 1976, Hellqvist sai e foi formar uma banda de Dance-Music ( dizem que sua namorada reclamava porque não podia dançar as músicas do Pandora....!!!) Na mesma época, Bjorn Malmqvist também saiu para reiniciar seus estudos de música. Entraram novos membros ; nos teclados, Uffe Stern , e no baixo, Gunnar Hermelin. Com esse line up gravaram "Markten och Harligheten". Eles também se apresentaram em concertos em Horsalen Norrkoping junto com outras bandas como o "Trettioariga Kriget" e o "Kaipa".
A último "Demo-Tape" foi gravado em 1980 na "Stage & Music " in Norrkoping.
O Pandora tornou-se inspiração para bandas-Tributo e seus membros continuaram pela cena musical local sempre aparecendo em concertos de outras bandas como músicos convidados.

01. Measures Of Time - 4:26
02. Dusty Ledger - 7:57
03. The Queen - 5:03
04. Life Is Good, Life Is Bad - 4:21
05. Tailor - 5:30
06. Mind Of Confusion - 7:00

Músicos
- Peter Hjelm - vocals
- Jan-Erik Dockner (Janne "Flojda" Dockner) - piano, Moog-synthesizer
- Leif Hellquist - guitar
- Åke Rolf - guitar
- Björn Malmqvist - bass
- Bertil Jonsson - drums

MIRTHRANDIR - For You The Old Women

MIRTHRANDIR foi uma obscura banda de progressivo de New Jersey, formada em 1973 durante os áureos tempos do YES. Essa banda tocava uma música complexa e elaborada baseada em tempos e contrastes com muito refinamento. Seus arranjos são repletos de Moogs e Hammonds. A flauta também aparece em arranjos refinados e em inserções cuidadosas. O grupo possuía influências claras do GENTLE GIANT, KING CRIMSON, UK, YES e  EMERSON, LAKE & PALMER.
"For You The Old Women" é um álbum de rock progressivo completo, com flauta, keyboards, faixas longas e muita variação de temas e ritmos. Guiados pela guitarra e pelos teclados as composições são bem feitas e bem no estilo prog, com variações nos temas, modulações e tempos além de vocais competentes que fazem lembrar ( levemente)do Derek Schulman do GENTLE GIANT. Esse é um álbum que se gosta mais e mais, a medida que repetimos as audições. Eu que não sou muito chegado aos grupos da terra de Tio Sam, tenho que tirar o chapéu pra eles.

1. For you the old women (8:13)
2. Conversation with personality giver (5:36)
3. Light of the candle (4:22)
4. Number six (5:04)
5. For four (14:45)
Músicos
- Robert Arace / drums
- Richard Excellente / guitar
- Simon Gannett / keyboards
- James Miller / bass, flute
- Alexander Romanelli / guitar
- John Vislocky III / vocals, trumpet

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MATS GLENNGARD - Kosterlage

1. Natthimlen   2:22 
2. Kosterläge   7:21 
3. Jörans Låt   0:22 
4. Djuret   5:27 
5. Berget Heter Bonden   2:00 
6. Allt på Denna Runda Jord   4:48 
7. Tongång till Täby   1:19 
8. Det Snöar På Mitt Huvud   10:59 
9. Tillsammans säng Catherine

Mats Glenngard, nascido em 1952, em Norrköping é um músico sueco (violinista), que já foi membro da banda de folk rock Kebnekajse. Ele ajudou a difundir a música popular/rock sueca.

Glenngrd cresceu em uma família musical, onde seu pai tocava trompete e piano . Mats Glenngard começou a tocar violino na escola de música local, e também aprendeu a tocar violão por conta própria.
Quando jovem foi membro dos grupos  Funny Faces e Homo Sapiens, que tocavam pop rock inspirado por Crosby, Stills, Nash & Young. Ele então começou um a trabalhar em colaboração com Kenny Håkansson  e  Mecki Marcos , que formaram o Kebnekajse uma banda de Folk-rock. Essa colaboração gerou Homo Sapiens, e logo depois ele participa na estréia do Kebnekajse com "Viagem a um destino desconhecido" (1971). Em seguida, passa a fazer parte da banda  Kebnekajse.

Mats Glengard foi membro do Kebnekajse entre 1971 e 1978, e retornou ao grupo para o "reunion" em 2001. Ele também lançou dois álbuns solo, Kosterläge e  Violin race.





sábado, 8 de janeiro de 2011

NATÜRLICH PROG N.º 13

NATÜRLICH PROG - PROGRAMA 13
PROGRAMA DE  1ºANIVERSÁRIO


01. Hawkwind - Steppenwolf
02. Steve Hackett - Star Of Sirius
03. Alan Parsons Project - The Cask Of Amantillado
04. String Driven Thing - Starving In The Tropics
05. Brand X - Nuclear Burn
06. Van Der Graaf Generator - Arrow
07. Bo Hansson - Attic Thoughts
08. Genesis - Match Of The Day
09. Hawklords - PSI Power
10. Peter Gabriel - Solsbury Hill
11. Rare Bird - Sympathy
12. Van Der Graaf Generator
 13. Lindisfarne - Lady Eleanor.mp3                                              
14. The Nice - Country Pie
15. Genesis - Looking For Someone
16. Bell & Arc - High Priest Of Memphis
17. Audience - The House On The Hill
18. Van Der Graaf Generator - Theme One
19. Rare Bird - Hammerhead
20. Audience - Jackdaw
21. Hot Thungs O'Riley - Grass for Blades
22. Capability Brown - I Am and So Are You
23. Lindsfarne - City Song

Natürlich Prog

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CAPTAIN ILOR - Mindfuck

CAPTAIN ILOR e sua banda parecem estar voltando de uma peregrinação aos mais altos estágios do reino da psicodelia. O grupo alemão, gravou  seu "Mind Blow" entre 1974 e 1977. Eles lembram o CAN, mas sem a repetitividade característica daquele grupo. É considerado um clássico do Krautrock. Altamente recomendado para os aficcionados do estilo, contendo faixas longas, canções brilhantes, jams bem underground, guitarras distorcidas,baixos pesados e bem marcados efeitos lisérgicos, em fim, uma verdadeira viagem típica dos anos 70. Uma perfeita mistura de psicodelia e progressivo.


Captain Ilor: Guitar, Vocals, Moog and Piano in track 3; Bass and Drums in track 5
Swara Samrat: Guitar and Vocals
Space Man: Bass in tracks 1,2,3 and 4
Merlin: Moog in tracks 1,2 and 4
Karl Deter: Drums and Percussion in tracks 1,2 and 4
Orlando Hernandez: Percussion
Tracks
1 Dedication 9:30
2 The Only Life 9:53
3 Mindfuck (Spanish Version) 6:28
4 Museum of My Feelings 10:41
5 Maybe a Sailor 5:51 

ARKTIS- Arktis Tapes 1975



Aqueles que amam  o sympho prog exuberante e majestoso, podem achar pouco, ou nada, para desfrutar aqui. Mas aqueles que gostam de um rock despojado, irão gostar desse álbum do Arktis, considerado por muitos como uma obra-prima perdida. Um power trio bruto liderado por uma cantora assertiva, Arktis mostrou os dois lados da sua natureza em sua pressionada estréia privada . Na primeiro parte,  oferece três hard rocks incisivos e despojados, e na segunda parte, a surpreendente "Rare Girl " - 20 minutos de rock de alta octanagem, principalmente instrumental e, para o guitarrista Klaus Blachut, que aparece com solos intermináveis e improvisações, proporcionando um tour de force de estilos de guitarra progressiva, psicodélica e de rock pesado, que vão do Ash Ra Tempel até Hawkwind, passando por Black Sabbath e até mesmo um pouco de Status Quo (sick...!!!). O efeito é simplesmente deslumbrante. Para o relançamento em CD, Penner acrescentou mais três faixas bônus um pouco mais tarde, com mais uma onda de sensações - mais uma vez, nada de prog para os puristas, mas novamente um grande rock, especialmente na muito cativante "Is It Real?".

Karin Toppig - Voice
Klaus Blachut - Guitar
Klaus Gollner - Bass
Harry Kottek - Drums

01 - Student's Idyll (4:02)
02 - Outcasted (5:34)
03 - Jeff the Fool (3:25)
04- Rare Girl (20:08)
Bonus 1974
05 - Is it Real (2:45)
06 - Sky Drive (4:27)
07 - Don't Hang Around (4:21)


ARKTIS

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

AHKMED - Distance

Progressivo psicodélico e espacial é o som desse trio Australiano. Poderemos perceber claramente  influências de bandas como Pink Floyd, Hawkwind, Kyuss, Mogwai,  e Amon Düül II.
Sem caírem nos  clichés do rock, eles parecem mais interessados em criar ambientes contemplativos num groove meio stoner rock, sustentado por poderosas linhas de baixo, temperado  pelo  delays e efeitos de guitarra  numa secção rítmica competente. E depois temos ainda a surpresa da voz no terceiro tema já que não se espera a entrada do vocal.  “Distance” consegue cativar o ouvinte durante toda a sua execução pelo equilíbrio  das variedades de estilos que vai evoluindo sem nunca se tornar demasiado aborrecido e surpreendendo bastante em alguns momentos.

Vale a pena conferir

01 Strega
02 Saltwater
03 Iemanja
04 Soma
05 Caldera
06 Temple
07 Distance

- John-Paul Caligiuri / drums, vocals
- Carlo Iacovino / guitar
- Dan McNamara / bass