sábado, 5 de março de 2011

SINGULARITY - Between Sunlight and Shadow

BETWEEN SUNLIGHT AND SHADOW
Crossover Prog
Studio Album, 2002

Between Sunlight And Shadow (43:28)
I. Drive (4:50)
II. Invictus (1:48)
III. Stratum (2:54)
IV. Endless (2:43)
V. Flight (2:28)
VI. Inferno (6:10)
VII. In Passing (2:26)
VIII. All Comes Down (0:58)
IX. Ground Zero (2:51)
X. Still (1:08)
XI. Hold a Candle (2:41)
XII. Traces (2:08)
XIII. Metamorphosis (3:02)
XIV. Coming Undone (2:39)
XV. Infractus (4:46)


- John Green / keyboards, vocals
- Jamie McGregor / drums, vocals
- Matt Zafiratos / guitar, bass, vocals

Uma banda de três componentes, do Colorado, O SINGULARITY dispensa quase todas as suas influências  do RUSH em favor de um rock extremamente elegante, spacey e sinfônico.
Eles são um dos maiores talentos do progrock underground dos USA . A música e as letras refletem as influências da banda, que incluem Rush, Marillion, Spock's Beard, Genesis, e outros.

O CD de estréia do SINGULARIDADE  é decididamente inspirado por algumas canções épicas  do RUSH, combinando aspectos  de várias músicas  e alguns ramos de sintonia  com o MARIILION .
 Este álbum conceito, está entre o rock progressivo e space rock, mantém um bom equilíbrio, por meio de um  fluxo fluente e gostoso de se ouvir .



SILBERBART

Hajo Teschner - guitar, vocals
Werner Klug - bass
Peter Behrens - drums

Um power trio underground heavy progressivo que gravou um disco, que hoje é item de colecionador.  "4 Times Razing Sound".
Este álbum contém apenas quatro canções: "Chub Chub Cherry" (uma canção de rock pesado curto que soa como uma versão louca do Cream), "Brain Brain" (16 minutos de pesadelos ácidos, continuamente mudando em ritmo um caos anfetamínico !).
 "Deus"(uma tentativa muito mais melódica com arranjos de guitarra poderosos, soando como uma mistura de Black Sabbath com Hendrix numa espécie de paranóia coletiva) e "Head Tear of The Drunken Sun" (termina tudo  com 12 minutos de pirotecnia de um poderoso power trio !). Como você pode ter percebido, este é um álbum extremo de muitas maneiras:  A Força bruta,  vocal crú, sem efeitos, arranjos nervosos, não esquecendo o gnomo prateado feio na capa da frente!
Todos os vestígios do Silberbart desapareceram depois deste álbum, que em si não lhes trouxe reconhecimento nenhum. Uma verdadeira vergonha, como grupos como esse foram literalmente ignorados pela mídia. Silberbart eram um power trio de  verdade.
Hoje, se você desejar sair e caçar  o seu álbum - você vai precisar de cerca de 250 marcos alemães se você quiser conseguir um original deles. Curtam.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

NATÜRLICH PROG - Programa N.º 15

Programa que foi ao ar em 26/02 pela RWULP

Play List

BLOCO 1 - TOXIC SMILE
1- Liquid Wall
2- The Abyss
3- Hidden Brand
4- Walked By Fear
BLOCO 2- LIVING LIFE
5- Welcome People
6- Mysterious Dream
7- Oldeurope
8- Living with the Music
9- Sliding Through the Clouds of Cusco
BLOCO 3 - SINGULARITY
10-Inferno
11- In PAssing
12- All Comes Down
13- Ground Zero
14- Still
15- Hold a Candle
16- Traces
17- Metamorphosis
18- Coming Undone
19- Infractus
BLOCO 4 - YEZDA URFA
20- Give'em Some Rawhide Chewies
21- To-Ta in the Moya
22- Three Tons of Fresh Thyroid Glands

Produção e Apresentação - Gäel
 

sábado, 26 de fevereiro de 2011

FLOH DE COLOGNE - Geyer Symphonie 1974

Floh de Cologne é uma banda alemã, ativa de 1966 até 1983, considerada a pioneira do Krautrock.
Independentemente do sucesso alcançado na década de 70, a banda se separou em 1983.
O Grupo foi formado em 1966 por um grupo de estudantes anarquistas todos da Universidade de Colonia (Köln). O seu primeiro álbum, Vietnam, realizado em 1968, é uma crítica feroz sobre a guerra do Vietnam. O famoso e muito controverso Rolf Ulrich Kaiser, impressionado pela  música e  letras do grupo, decidiu produzir os dois álbuns seguintes do grupo ; "Rockoper Profitgeier" (1971) e "Lucky Strike" (1972).
O estilo musical do grupo é considerado Krautrock.

* Gerd Wollschon (vocals/keyboards)
    * Markus Schmidt (bass guitar/violin)
    * Hans-Jorg "Hansi" Frank (drums/keyboards)
    * Britta Baltruschat (vocals)
Outros Membros:
    * Theo König (saxophone/clarinet/armonica)
    * Dick Städtler (bass guitar/guitar)
    * Vridolin Enxing (keyboards/bass guitar/guitar/cello)


CIRKUS Two - The Global Cut (1994)

Este CD é o novo projeto do Grupo Britanico, depois de um longo período de inatividade. Dos cinco componentes da formação original, só restou o tecladista Derek Miller. Na realidade, foi uma experiencia, a primeira tentativa de produzir tudo no seu próprio estúdio, Dereka. O guitarrista Paul Baker e o vocalista Ian Weatherburg estiveram envolvidos nas gravações do disco.
Com larga experiência e com a reunião de uma boa quantidade de material novo, não houve muito trabalho para os novos participantes no sentido de ter que escrever e montar os arranjos do material, pois já estava tudo feito.
Assim como no álbum debut, o grupo não se deu ao trabalho de procurar produtores experientes nem profissionais para lidar com a divulgação do novo CD.
Derek cuidou de tudo e ainda usou a tecnologia para  programação de bateria. De qualquer jeito, o álbum é bem progressivo, no estilo "Crossover/Neo progressive".

sábado, 19 de fevereiro de 2011

CIRKUS -one

Formado das cinzas das bandas Moonhead e Tyson Lucas, o grupo de alto padrão de musicalidade era bem conhecido na sua terra natal, onde atraia muita atenção e tinha um frupo de seguidores devotados. Era esperado que o quinteto pudesse alcançar o sucesso em escala nacional, desde que  as questões de gestão e gerenciamento fossem manuseadas adequadamente. Em 1973, eles gravaram seu álbum de estréia, "One Cirkus" no Sound Associates / Emison & Air Studios e apenas 1000 cópias foram prensadas . É considerado por muitos colecionadores de hoje como o grupo mais musical dentre os de prensagem privada do seu género a surgir fora da cena do Reino Unido, a música então florescente, progressiva, influenciados por King Crimson e YES. Quando em 1975 o vocalista Paul Robson deixa o grupo, o seu substituto foi Roadhouse Alan (ex Halfbreed), que também tocava saxofone. Com Dogg nas guitarras acústicas e elétricas, Derek Miller nos teclados, John Taylor no baixo e  o principal compositor Stu McDade fornecendo backing vocal, bateria e persussão variados, o grupo seguiu em frente.
Como resultado, a banda se afastou do seu estilo inicial sinfônico adotando uma abordagem um pouco mais mainstream ainda que mantendo um certo "som Cirkus".

Em 1977, O Cirkus toma uma direção incomum em turnê com uma produção um pouco bizarra chamada  "O Choque do Futuro". Baseado no musical, um LP com o mesmo nome foi lançado, apesar de nenhum dos membros da banda ter escrito  nem uma parte do material. O LP foi lançado pela Shock Records e hoje é muito raro. A música é de uma natureza caprichosa e excêntrica, muito longe das raízes  do rock progressivo e, portanto, de recurso limitado. Um ano depois, uma faixa  chamada "I'm On Fire" foi apresentada na "Batalha das Bandas " LP, mas esta foi a cartada final do grupo, antes dos cinco seguiram seus caminhos  no início dos anos 80.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

GRUPPO D'ALTERNATIVA - Ipotesi


Essa banda Italiana de nome pouco comum é ainda pouco conhecida pelos apreciadores de Prog Italiano, mesmo que seu único álbum seja bastante interessante, com momentos muito interessantes.
O ponto fraco desse grupo é a voz do vocalista ;  fraca e monótona, mas que combina muito bem com o estilo do grupo. Não é um disco que se goste a primeira audição. É preciso acostumar e entrar no clima das variações atonais e jazzísticas do grupo. As nove músicas são conectadas fazendo parte de um todo, uma narrativa cheia de imagens, recordações, tristezas e arrependimentos.
O Gruppo D'Alternativa era de Milão e IPOTESI foi concebido como uma Ópera Rock e foi apresentado no Teatro Uomo com grande sucesso. Ipotesi é baseado na morte de um amigo do vocalista do grupo num acidente automobilístico. O LP lançado pela Harvest, contém somente parte da ópera completa que se apóia muito na improvisação e que para a gravação do LP foi editada. A maioria dos membros do grupo declaram a influencia de Miles Davis na sua formação musical.
Como o álbum é muito "underground", não tendo portanto um apelo comercial, a gravadora pediu ao grupo que preparasse um segundo álbum mais comercial, o que causou a decisão do grupo em se separar.
Leonardo Dosso tocou por algum tempo com o "Stormy Six, no período dos albuns  "Cliché" e  "L'apprendista", mas logo depois, ao final de seus estudos de música foi se dedicar  à música de Camera e fundou o "Quinteto Arnold Woodwind" , tocando com eles por mais de 20 anos. Ele hoje é professor de música e colabora com grupos de música Barroca.

Tino Guasconi (vocals)
Gianfranco Fumagalli (flute)
Leonardo Dosso (bassoon, acoustic guitar)
Rodolfo Pace (guitar)
Roberto Romano (keyboards)
Paolo Rizzi (bass)
Nino Flenda (drums, percussion)