sexta-feira, 14 de maio de 2010

GOBLIN - Il Fantastico Viaggio del Bagarozzo Mark



1974
Massimo Morante (Guitarras e Vocal)
Claudio Simonetti (teclado)
Fabio Pignatelli (baixo)
Walter Martino (bateria, percussão)

1975-1978
Walter Martino é substituído por
Agostino Marangolo (bateria)
Entra em 75 Maurizio Guarini (teclado)

1978
Sai Maurizio Guarini


Goblin formado no início dos anos 70 na Itália, originalmente Cherry Five e influenciado pelos estilos do Genesis e King Crimson no início de suas carreiras. Sua discografia , teve influências da onipresença do rock progressivo daquela época. Depois de alguns álbuns posteriores, a banda foi chamada como substituta do compositor Giorgio Gaslini, que tinha deixado o filme Profondo Rosso, após um desentendimento com o diretor Dario Argento. Eles mudaram o nome da banda para Goblin e reescreveram a maioria da trilha sonora, incluindo a famosa música tema principal. O filme, e a trilha sonora, foram grandes sucessos.

Eles trabalharam com Argento novamente em Suspiria, indiscutivelmente reforçando suas credenciais em maior escala. A trilha sonora de sons-estridentes e nervosos e vocais bizarros tornaram-se lendárias e características do Goblin.
Outras trilhas sonoras de filmes e um álbum conceitual (Il Viaggio Del Fantastico Bagarozzo Mark), em seguida, a produção para a versão europeia de George A. Romero ; Dawn of the Dead (1978) (creditado como "The Goblins").


O Goblin é um caso raro de um grupo que é mais famoso no exterior do que na Itália, onde seu nome sempre esteve intimamente associado com a trilha sonora do filme de Dario Argento, que compôs, ao invés de ser considerado um verdadeiro grupo progressivo .

As raízes do Goblin estão em um grupo chamado Oliver, formada por Claudio Simonetti e Massimo Morante. Simon já tinha tocado com o baterista Walter Martin no Il Retrato de Dorian Gray um grupo de curta duração .

Com o baixista Fabio Pignatelli e o baterista Carlo Bordini, o grupo mudou para a Inglaterra por um breve período, ele teve um cantor, Clive "Artman" Haynes. Esta formação tocou na Inglaterra, no circuito de universidades e também gravou algumas faixas com Eddie Offord ( colaborador do Emerson Lake & Palmer).
De volta à Itália, e com o novo vocalista Tony Tartarini (anteriormente conhecido como Toni Gionta, do Ovo de Colombo), gravariam um álbum em Abril de 1974, depois de trocar seu nome para Goblin.

Ajudado pela experiência de Claudio Simonetti na Cinevox como músico de estúdio na gravação de trilhas sonoras, o Goblin acerta um contrato com a gravadora para compor a trilha sonora do primeiro filme de terror do diretor Dario Argento "Profondo Rosso".
O Baterista Bordini rejeitou o contrato e foi substituído por Walter Martin, que já havia tocado com Simonetti no Retrato de Dorian Gray, e esta formação gravou o primeiro álbum oficial da banda, já que o LP foi lançado anteriormente saiu com o nome de Cherry Five em 1976.


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quinta-feira, 13 de maio de 2010

ATLANTIS - Alemanha



01. It's Getting Better 4:53
02. Drifting Winds 5:09
03. Days Of Giving 7:25
04. Changed It All 6:06
05. Fighter Of Truth 6:19
06. Woman's Sorrow 3:25
07. A Simple Song 1:59


Bass - Karl-Heinz Schott
Drums - Ringo Funk
Engineer - Chris Harding , Roger Wake
Guitar - Dieter Bornschlegel
Piano [Fender], Piano [Grand], Organ - Jean-Jacques Kravetz
Vocals, Percussion - Inga Rumpf





01. He's Got A Gun In His Hand 4:18
02. Hot Rocks 2:57
03. Out Of Tune 3:27
04. Don't Put The Lady Down 3:21
05. Northern Bounty 4:05
06. Haven't You Heard 5:31
07. Just Blues (Session) 11:29

Bass - Karl-Heinz Schott
Drums - Ringo Funk
Guitar [Lead] - Frank Diez
Guitar [Rhythm] - Rainer Marz
Keyboards - Adrian Askew
Vocals - Inga Rumpf


terça-feira, 11 de maio de 2010

DALTON - Argitari ( Italia 1974)



Outra banda dos anos 60, DALTON, da Lombardia, que realizou o seu single Debut em 1967 e a sua primeira produção incluia uma releitura da famosa "Venus" do grupo Shocking Blues.
Essa canção, fez um grande sucesso com o DALTON, que teve como participante o futuro membro do PFM , Mauro Pagani.

Em 1972, o grupo foi reformado pelo tecladista Temi Reduzzi e, com um "line-up" o grupo grava um álbum muito bom chamado "RIFLESSIONI : IDEA D'INFINITO" .
Com o uso de Flauta e bons riffs de guitarra, o álbum tem bons momentos, como Idea D'Infinito que tem alguma influencia do Jethro Tull.
Pena que o Disco tem uma curta duração, cerca de 30 minutos.
A banda teve um sucesso moderado e chegou a ganhar o primeiro lugar num festival pop da Suiça, em Zurich.

Depois de um bom single em 1974, La Donna e il Bambino, a banda sofre mudanças na sua formação, com Reduzzi e o flautista Alex Chiesa sendo substituídos pelo tecladista Giancarlo Brambilla e o cantor Massimo Moretti, mas o segundo álbum ARGITARI ( Titulo formado com as iníciais dos nomes dos componentes da banda) estava num nível abaixo do seu single debut.

Basicamente composto em cima de guitarra acústica, parece mais um álbum solo do cantor/guitarrista Cereda do que um disco do grupo. O novo cantor Moretti recebe os créditos somente como backing vocals e o som de um modo genérico está pior e mais baixo que o do álbum de estréia.

Encontramos nesse álbum uma releitura de "Blowing in the Wind" de Bob Dylan, chamada "La Risposta". Visione di una notte d'Estate ( com o antigo membro Alex Chiesa na flauta) é na realidade um retrabalho do single "La Donna e il Bambino" com uma mixagem diferente e modificações na letra da musica, pois a original tinha sido considerada muito irreverente, que ná época inclusive causou a desclassificação da música na Seleção para o Festival de San Remo. A banda encerrou suas atividades com um single comercial em 1979.
Temi Reduzzi e Arone Cereda, participaram da realização de uma ópera rock realizada em 1975, "Paciana Story" uma mistura de Pop com Folk Tradicional.
O Baterista Walter Locatelli formou o Mo.Do.
Reduzzi continuou nos negócios com uma banda de Dance Music e uma loja de Musica perto de Bergamo.

1. L'Impossibile è Possibile (3:00)
2. Hai Visto Il Sole? (3:37)
3. Ho Ritrovato La Mia Donna (3:37)
4. Argitari (3:36)
5. La Risposta (4:17)
6. Visione Di Una Notte D'Estate (4:45)
7. Odiarti No (4:28)
8. La Forza Di Dio (4:07)
9. Il Vuoto (3:47)
10. La Donna E Il Bambino (4:35)*

* 10 same music as track n°6 with slightly different mix and completely different lyrics

- Aronne Cereda / acoustic guitar, electric guitar, lead voice
- Giancarlo Brambilla / organ, piano, moog, mellotron
- Tati Locatelli / drums and percussions
- Rino Lamonta / electric bass
with:
- Alex Chiesa / flute and second voice
- Massimo Moretti / second voice

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ARKTIS - Arktis ( Alemanha , 1974)



Aqueles que amam o majestoso e exuberante Symphonic-Prog não vão se interessar por este disco. Mas aqueles que curtem um rock mais despojado, um rock mais crú, irão curtir este primeiro álbum do Arktis e vão achá-lo uma obra-prima perdida. Um agressivo, power trio liderado por uma vocalista correta. O Arktis mostrou os dois lados da sua natureza em sua estréia nessa prensagem privada. No início nos oferece três músicas despojadas e cruas de hard rock, e depois, uma surpresa com "Rare Girl" - vinte minutos de bom rock de alta octanagem, principalmente a parte instrumental , liderada pelo guitarrista Klaus Blachut, que manda solos longos e improvisados, proporcionando um tour de force de progressivo, estilos de guitarra psicodélica e rock pesado, que vão do Ash Ra Tempel para Hawkwind, e do Black Sabbath ao Status Quo.
O efeito é muito legal. Para o relançamento em CD, Penner acrescentou três faixas bônus um pouco mais tarde - mais uma vez, nada de prog puristas, mas novamente um grande rock, especialmente sobre o muito cativante "Is It Real?".

Karin Toppig - Voice
Klaus Blachut - Guitar
Klaus Gollner - Bass
Harry Kottek - Drums

01 - Student's Idyll (4:02)
02 - Outcasted (5:34)
03 - Jeff the Fool (3:25)
04- Rare Girl (20:08)
Bonus 1974
05 - Is it Real (2:45)
06 - Sky Drive (4:27)
07 - Don't Hang Around (4:21)


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YEZDA URFA - Boris 1975 (USA)



Bitrate: 256
mp3
Ripped by: Natürlich Prog
Source: Japan CD Remaster

Criminosamente mal interpretado pela indústria fonográfica e, portanto, mantido afastado de uma audiência que poderia muito bem dar-lhes a atenção merecida, o fato é que Yezda Urfa é um dos melhores nomes do prog rock dos E.U.A. .
Sua primeira gravação, "Boris" era na verdade uma demo, assim sendo podemos ter esta amostra que inclui uma seleção de idéias que estão ainda para encontrar uma expressão final no seu álbum auto-financiado, mas também outras canções que só aparecem aqui.
Todos eles são grandes cada um à sua maneira, extravagante. O repertório é uma combinação de melodias a lá Gentle Giant, com o uso elegante do contraponto e da dissonância, tudo devidamente temperado com toques de jazz-rock, música circense e folk-pop . Você pode notar semelhanças com o mais leve Happy the Man ("Beginnings" e "Death's Crown"). Esta banda ama brincar com contrastes todo o tempo, mas eles fazem isso naturalmente, nunca deixando a expontaneidade para a inventividade artificial .

O ouvinte atento ira identificar rapidamente o humor na exibição de habilidade e dinâmica abundante nas transições entre as musicas. A primeira faixa inclui o que seriam duas faixas separadas no album "Sacred Baboon", mas quando você se familiarizar com esta versão, você vai notar que o elas se encaixam perfeitamente apesar de suas diferenças mútuas. Há uma última seção extra , uma balada acústica construída sobre uma melodia muito comovente: ela teria se encaixado perfeitamente como uma música do Air Supply, se o arranjo tivesse sido de forma diferente, mas mais uma vez, a beleza teria sido levada para o lado brega. Então, porque esta é uma banda de prog Bem humorada, o que temos é um arranjo inteligente com uma combinação de sabores exóticos e pompa sinfónica. manter a fluidez suficiente para não estragar a beleza delicada do tema, ainda assim, dando-lhe uma espécie de baixo-peso tipo Frank Zappa.

"Boris" é um pouco mais aventureiro do que o esforço prog subseqüente "Sacred Baboon". Eu realmente gosto muito do "Babuíno", mas para mim "Boris" é a obra real do Yezda Urfa - o que é mais uma obra-prima em si, uma pedra preciosa que só recentemente tem vindo a ser devidamente apreciada por uma grande parte da comunidade prog mundial . Felizmente, mais e mais pessoas se atrevem a entrar no mundo do Yezda Urfa e descobrem a magia do som que está lá dentro.


01. Boris And His 3 Verses, including Flow Guides Aren't My Bag (11:00)
02. Texas Armadillo (1:48)
03. 3, Almost 4, 6 Yea (8:46)
04. Tuta In The Moya & Tyreczimmage (10:50)
05. Three Tons Of Fresh Thyroid Glands (10:20)

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sábado, 8 de maio de 2010

EMMANUEL BOOZ - França 1978


1. L'ôde Aux Rats (16:08)
2. Dans Quel État J'erre (09:50)
3. Armoire Et Persil (08:29)







1- Samedi 15 Decembre
2- Esperance
3- Réveillons-nous réveillez-vous
4- Donne
5- Je ne peux pas te dire
6- L'Homme aux mille des D'Or
7- Angoulème
8- Le jour où les vaches...
9- Nous les enfants

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Dans Quel J'erre se encontra entre os melhores álbuns de rock progressivos da França. Com (apenas) três faixas. Principalmente na primeira, Emmanuel Booz mostra toda sua complexidade e estilo inovativo de música que deram a este álbum status entre os melhores franceses. Há um grande duelo de violino por Didier Lockwood e Jean-Louis Mahjun. A música é sombria, complexa, rock progressivo com muitos tipos de tempos e quebras ( Muito Louco !). Isso é rock progressivo no seu pico, as melodias são muito boas, complexas, geralmente precisa de mais de uma audição para se entender o objetivo do compositor . O vocal de Booz aqui faz a gente lembrar do Ange em seu início de carreira, mas mesmo o Ange nunca criou um álbum de tal dissonância e experimentação.
Um dos melhores álbuns do prog frances, sensacional! Não percam esta pérola!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

COMUS Diana - EP ( Bonus Track)

Este EP, vem como "Bonus Track" do First Utterance.

1. Diana (4.24)
2. In The Lost Queen's Eyes (2.50)
3. Winter Is A Colorued Bird (8.02)